Os ‘senadores’ da Horta

Por António Franco

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Anos 70 Abríamos às dez e encerrávamos às quatro da manhã. Sextas, sábados e vésperas de feriados. Nos feriados e aos domingos, a matiné. Nas noites mais fracas, especialmente às sextas, quando não havia festas, as noites eram convidativas para uma música mais baixa e calma. Eram as noites de grande convívio. As pessoas de mais idade e de diferentes setores de atividade juntavam-se, e era frequente as pessoas usarem o local para trocarem opiniões acerca dos seus vários projetos. Ainda me lembro do Dr. Bastos de Sousa projetar as futuras instalações da Asal, do Dr. Santos Rosa e do seu trabalho na parte vitivinícola. As noites eram sempre muito animadas e, bebendo mais um copo, a abertura das pessoas também era outra, levando, por vezes, a confidências que em outros locais não teriam existido.

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