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Parasitas externos pulgas, carraças e companhia lda!

Por Francisco Freire Gameiro, clínico da Vetdom

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Com a chegada do tempo quente, começam as preocupações com os parasitas externos que tanto incomodam os nossos animais de companhia. Estes diminutos artrópodes são responsáveis não só por provocarem sérias lesões dérmicas associadas ao prurido que causam, mas também pela transmissão de doenças infecto-contagiosas bastante nefastas, tais como o conhecida “febre da carraça” nos cães. Hoje em dia, os donos têm ao seu dispor um variado leque de produtos que podem evitar estas parasitoses, sejam eles as tradicionais pipetas, de várias marcas e com diferentes princípios ativos, ou os comprimidos de última geração, que com uma simples toma, se pode evitar por um período de um ou três meses consoante a marca, a presença de pulgas e carraças nos nossos animais. Outras armas também bastante eficazes são, sem dúvida, as coleiras antiparasitárias, que se revelam bastante cómodas pois chegam a ter períodos de proteção de seis a oito meses, muitas delas resistentes à água e também eficazes contra mosquitos transmissores de doenças.

Quanto aos gatos, a situação é similar, embora seja a pulga a maior responsável pela transmissão destes hemoparasitas, a forma de evitá-las passa também pela aplicação de pipetas, coleiras ou comprimidos que diferem entre si no princípio ativo e, consequentemente, no tempo de ação.

Outros vetores de doenças também muito importantes são os mosquitos, responsáveis pela transmissão de doenças bastante conhecidas, tais como a Leishmaniose ou a Dirofilariose, neste caso os antiparasitários mais eficazes são as pipetas ou coleiras disponíveis no mercado, visto que os comprimidos ainda não têm qualquer efeito sobre estes inimigos voadores.

Na Vetdom dispomos de vários antiparasitários de última geração, dotados de moléculas bastante recentes às quais tanto pulgas e carraças se revelam bastante sensíveis, pois na hora de eleger um destes produtos devemos ter em conta que os mais antigos e que se encontram há mais tempo no mercado podem revelar-se menos eficazes, devido às resistências que os próprios parasitas vão desenvolvendo face a estes produtos.

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