No rescaldo das férias

 

Os tempos modernos estão difíceis, vivemos novas e cruéis realidades, as causas ditas fraturantes têm vindo a prevalecer, os valores familiares desvanecem-se, a precariedade do trabalho e os baixos salários vingam… Opinião de Jorge Honório


 

REGIMENTO DE COMANDOS: A morte recente de dois recrutas num curso do Regimento de Comandos trouxe à liça o pior da vivência política portuguesa; ainda os corpos estavam quentes e já o BE fazia chicana política com o assunto, num retomar do ódio às Forças Armadas, à Igreja e à Família. A esquerda caviar, na sua maioria filhos de família, subsídio dependentes, protegidos pelas benesses do capitalismo que afirmam combater, sempre adorou exterminar quem não se enquadra nos seus cânones e o Regimento de Comandos foi, é e será sempre um alvo a abater: não nos esqueçamos que foram os Comandos, com Ramalho Eanes e Jaime Neves, que no 25 de Novembro de 1975, em pleno PREC, preservaram o regime democrático do desvario esquerdista.

CASAMENTOS E DIVÓRCIOS. O caso mediático Angelina Jolie e Brad Pitt fez-me “retomar” a situação portuguesa: «Por cada quatro matrimónios há três que acabam na separação. O número de casamentos não pára de diminuir em Portugal, aproximando-se cada vez mais do total de divórcios. Por cada quatro matrimónios três acabam em divórcio, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística. Por dia há uma média de 87 casamentos e 61 divórcios. Um cenário bem diferente do verificado no início do século.»

Os tempos modernos estão difíceis, vivemos novas e cruéis realidades, as causas ditas fraturantes têm vindo a prevalecer, os valores familiares desvanecem-se, a precariedade do trabalho e os baixos salários vingam, os casais têm cada vez menos filhos e cada vez mais tarde, os incentivos à natalidade tardam em chegar. O futuro não se afigura auspicioso!

É PRECISO CRESCER: O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa admite que as finanças públicas estão controladas (estarão?) mas alertou sobre a evolução da economia e afirmou que “agora é preciso crescer”. O chefe do Estado considerou que os esforços devem estar focados em atrair investimento ao país para conseguir impulsionar o crescimento da economia: “Sem investimento público e privado não há crescimento”.

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Acontece que os últimos dados estatísticos mostram uma desaceleração do crescimento da economia nacional e leva a que a maioria das instituições internacionais refaçam as suas previsões em baixa. Assim, se até ao fim do ano o governo e a “geringonça” não conseguirem respeitar as metas orçamentais acordadas com a UE, o país corre o risco de perder parte dos fundos comunitários e a situação económica e social agravar-se-á consideravelmente. Oremos!

Crónica publicada na edição de outubro do Jornal de Cá.

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