A “joia da coroa” do Cartaxo

Foi desta forma que o comandante David Lobato se dirigiu aos seus homens e mulheres, no 83º aniversário dos Bombeiros Municipais do Cartaxo, no último dia de novembro, mês em que o Jornal de Cá acompanhou as rotinas do quartel, confirmando e subscrevendo este elogio

No quartel dos Bombeiros Municipais “não há um dia igual”, alerta-nos David Lobato, comandante desta corporação há mais de seis anos, tendo assumido antes disso, em 2005, as funções de adjunto de comando nesta mesma corporação. Passar um dia com os bombeiros era já, desde há muito, uma ideia do Jornal de Cá, pela abertura e disponibilidade que sempre mantiveram com o jornal, demonstrando transparência nas suas ações, colaborando sempre com o intuito de melhor informar a sua população. E é, acima de tudo, por isso, mas também pelo carinho e orgulho que a população nutre pelos seus bombeiros, que lhes dedicamos estas páginas, numa altura em que se celebra, com pompa e circunstância, mais um aniversário desta corporação que, de entre as cerca de 30 corporações distritais, é das mais bem equipadas e das que mais serviços presta em socorro da comunidade.

Com uma frota de cerca de 15 viaturas, entre ambulâncias, veículos de combate a incêndios e de catástrofes, carros de comando, bem como meios de salvamento aquático, o quartel está equipado de meios técnicos, mas “efetivamente, para as nossas exigências e para a exigências do Município, em termos de serviço, temos de pôr mais gente. Neste momento estamos com um quadro de pessoal de 37 pessoas, mas já a contar com os elementos de comando e é manifestamente insuficiente”, lamenta David Lobato, congratulando-se, contudo, com a nova lei que permite a reclassificação na carreira dos bombeiros municipais a bombeiros sapadores, “que é de inteira justiça”.

Já voltaremos a este assunto, tão caro aos nossos bombeiros, ainda que a lei não traga justiça a todos os homens e mulheres desta corporação, visto que entre eles ainda há voluntários que ali prestam o seu serviço, com o mesmo rigor e dedicação, “de borla”, numa missão que os próprios designam como “a proteção de pessoas e bens, designadamente, o socorro a feridos, doentes ou a náufragos e a extinção de incêndios”.


Uma reportagem para ler na edição impressa do Jornal de Cá de dezembro, já nas bancas do concelho do Cartaxo

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