Agrupamento Marcelino Mesquita com “Muito Bom” na avaliação externa

"Muito poucos agrupamentos no País tiveram três ‘Muito Bom’ nos três domínios de avaliação”, disse Jorge Tavares ao Jornal de Cá

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O Agrupamento de Escolas Marcelino Mesquita do Cartaxo passou com distinção na avaliação externa de que foi alvo no ano letivo 2016/2017.

O relatório chegou às mãos do diretor do Agrupamento, Jorge Tavares, na tarde desta segunda-feira, 5 de setembro, durante a receção à comunidade educativa do concelho do Cartaxo, que decorreu, como habitualmente, na Quinta das Pratas.

“Surpresa não digo, mas obviamente que é um enorme contentamento pelo resultado. Tivemos, nos três domínios de avaliação, Muito Bom. Estes três domínios são a liderança, a prestação do serviço educativo e os resultados. Como devem imaginar, estamos bastante contentes, é a realização de um sonho, porque andamos a trabalhar nisto já há algum tempo e, acima de tudo, para mostrar à comunidade que, na verdade, o Agrupamento de Escolas Marcelino Mesquita do Cartaxo é dos melhores do País. Muito poucos agrupamentos no País tiveram três ‘Muito Bom’ nos três domínios de avaliação”, disse Jorge Tavares ao Jornal de Cá.

Ainda assim, há sempre lugar a melhorias, até porque, “no relatório, na parte final, são apresentadas propostas de melhoria. Há sempre hipótese de melhorar e é para isso que trabalhamos”, acrescenta o diretor.

Para já, e precisamente no sentido de melhoria, o Agrupamento já tem pensadas algumas medidas para o ano letivo que se avizinha, que resultam das necessidades anteriormente identificadas. Deste modo, “no ensino secundário, os resultados não foram bons em duas disciplinas do 11º ano, Geometria Descritiva e História e Cultura das Artes. Pensou-se numa estratégia no sentido de, no próximo ano, essas duas disciplinas melhorarem. Na Geometria Descritiva ‘recrutámos’ um docente que se aposentou mas continua ligado ao Agrupamento, que é o professor António Faria, que vai fazer par com o professor António Pedro. Na História e Cultura das Artes, no 10º ano um professor de História, no 11º ano ser lecionado em quatro tempos por um professor de Artes e dois tempos um professor de História, porque no 11º é essencialmente de Artes”. Para o 12º ano, em Matemática e História, disciplinas cujos resultados foram ligeiramente abaixo dos nacionais, o Agrupamento vai “afinar um pouco as estratégias que traçámos nos últimos anos”

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