Cartaxo aposta em iluminação pública sustentável

O Município do Cartaxo adjudicou a primeira fase do projeto de iluminação pública que vai permitir por um lado, melhorar a qualidade da iluminação do espaço público e, por outro, reduzir a fatura mensal. O contrato, já em execução, foi adjudicado por ajuste direto à empresa Canas – Engenharia e Construção, Lda, no âmbito do acordo quadro da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT).

Esta primeira fase, que vai ter a freguesia de Valada e a União de Freguesias do Cartaxo e Vale da Pinta como freguesias piloto”, corresponde a um investimento superior a 160 mil euros (163.303,63€) e implica a substituição de 351 luminárias em espaço rural, 119 em espaço urbano, para além de 112 em jardins e 93 em equipamentos de iluminação pública decorativa, por nova iluminação com tecnologia LED, e deverá estar concluída até ao final do ano.

De acordo com a Autarquia, as 675 luminárias incluídas nesta fase – 390 na freguesia de Valada e 285 na União de Freguesias do Cartaxo e Vale da Pinta, fazem parte do objetivo mais alargado de substituir 3.468 luminárias, que representam cerca de metade do número total de pontos de iluminação pública do concelho. Ainda segundo a nota da Câmara Muncipal, esta primeira fase do investimento vai reduzir sessenta por cento da fatura mensal com iluminação pública, no que corresponde aos postos alterados.

Pedro Ribeiro, presidente da Câmara Municipal, afirma que “somos o primeiro município da CIMLT a iniciar a substituição da iluminação pública ao abrigo do concurso público desenvolvido pela CIMLT”, reconhecendo “a necessidade de melhorar a qualidade da iluminação do espaço público, a par de garantirmos redução da despesa pública e ganhos ambientais, está identificada há algum tempo como essencial, pelo que este é um investimento que consideramos estrutural e de interesse público”.

O Município procedeu à submissão do projeto total a fundos do Portugal 2020, esperando conseguir para as 3.468 luminárias, que representam um investimento superior a 700 mil euros, 95 por cento de comparticipação. O presidente da Câmara explicou que “esta comparticipação é uma subvenção reembolsável no prazo de 12 anos. O Município reembolsará semestralmente, 70% do valor da poupança conseguida pela substituição das luminárias”.

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