Greve de professores com pouca expressão no concelho do Cartaxo

Nos dois agrupamentos de escolas do concelho do Cartaxo, a paralisação dos docentes não afetou grandemente o funcionamento das escolas

Os professores cumpriram mais uma greve, convocada por dez estruturas sindicais, no passado dia 1 de outubro, nos distritos de Santarém, Lisboa e Setúbal.

Esta foi a primeira de uma série de greves que duraram até esta quinta-feira, com os professores a reivindicarem os nove anos, quatro meses e dois dias de trabalho para efeitos de progressão na carreira.

Nos dois agrupamentos de escolas do concelho do Cartaxo, a paralisação dos docentes não afetou grandemente o funcionamento das escolas.

Assim, no Agrupamento de Escolas Marcelino Mesquita do Cartaxo, apenas 28 docentes fizeram greve num universo de perto de 140 professores: cinco em 18 na EB 1 José Tagarro; dois em quatro na EB 1 nº2; três em quatro na EB 1 nº3; sete em 38 na EB 2,3 Marcelino Mesquita; e onze em 66 na Escola Secundária.

O cenário não foi muito diferente no Agrupamento de Escolas D. Sancho I de Pontével, embora se tenha registado o encerramento da EB 1 da Ereira, que tem apenas um docente. Nas outras escolas, a EB 2,3 D. Sancho registou quatro professores em 15, durante o período da manhã, cinco em 17, à tarde, que aderiram à greve; na EB 1 de Vale da Pedra faltaram dois dos cinco professores; e na EB 1 de Vale da Pinta um dos dois professores aderiu à greve.

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