Greve de professores com pouca expressão no concelho do Cartaxo

No concelho do Cartaxo, a adesão à paralisação não foi muito significativa, mas ainda houve uma escola encerrada

Os professores iniciaram esta terça-feira uma greve de quatro dias, convocada pelas estruturas sindicais, e distribuída pelas diferentes regiões em diferentes dias da semana.

Os protestos arrancaram em Santarém, Lisboa, Setúbal e na região autónoma da Madeira.

No concelho do Cartaxo, a adesão à paralisação não foi muito significativa, mas ainda houve uma escola encerrada.

No Agrupamento de Escolas Marcelino Mesquita do Cartaxo não se registaram grandes constrangimentos, com apenas dois docentes na EB 2,3 Marcelino Mesquita e sete na Escola Secundária a aderirem à greve, de um total de 87. O dia de aulas foi, por isso, normal, não tendo tido quaisquer implicações no funcionamento dos estabelecimentos de ensino.

Já no Agrupamento D. Sancho I de Pontével houve mais docentes a aderir. Assim, na EB 2,3, no período da manhã, faltou apenas um professor de 24 e, à tarde, registaram-se quatro adesões à greve, de entre 34 docentes.Na escola de 1º ciclo de Pontével apresentaram-se ao trabalho cinco dos sete docentes e a escola de Casais Penedos teve de fechar portas, uma vez que faltaram as duas professoras.

Nas restantes escolas – Lapa, Ereira, Vale da Pedra e Vale da Pinta – não houve adesões à greve, bem como no Jardim de Infância da Lapa.

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Recorde-se que as estruturas sindicais convocaram esta greve por não existirem, ainda, desenvolvimentos quanto ao descongelamento do tempo de serviço dos docentes.

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