MIP apresentou contributos para o Orçamento 2019

O MIP reafirma, em comunicado, "a necessidade de contemplação da maioria dos contributos apresentados no ano passado para integrarem o orçamento de 2018 e que ali não foram contemplados ou não foram concretizados, a que acrescem mais alguns, ainda que sempre com a convicção de que, ainda assim, muitas mais poderiam ser as propostas a apresentar"

A Câmara do Cartaxo já recebeu todas as forças políticas do concelho para apresentação de contributos para o Orçamento 2019, ao abrigo do Estatuto da oposição.

“Conscientes das dificuldades financeiras e orçamentais vivenciadas pelo Município do Cartaxo mas, sobretudo, conscientes das necessidades da população do nosso concelho e convictos de que a aposta em determinados aspectos e áreas de interesse contribuirá para o desenvolvimento do concelho e, consequentemente, para o bem-estar da sua população”, o MIP – Movimento Independente Pluralista reafirma, em comunicado, “a necessidade de contemplação da maioria dos contributos apresentados no ano passado para integrarem o orçamento de 2018 e que ali não foram contemplados ou não foram concretizados, a que acrescem mais alguns, ainda que sempre com a convicção de que, ainda assim,
muitas mais poderiam ser as propostas a apresentar”.

Desta forma, o MIP quer ver contemplados no Orçamento Municipal investimentos em infraestruturas, como na manutenção e melhoria da rede viária do concelho; na marcação do traçado das estradas e passadeiras; a aposta em soluções que permitam retirar ou diminuir o trânsito de pesados no interior das localidades; colocação de moderadores de velocidade no interior das localidades; criação de passeios adequados ao normal trânsito de peões e, nomeadamente, ao trânsito de peões com mobilidade reduzida; manutenção das pontes do concelho; e a manutenção e conservação dos diques e requalificação dos mesmos enquanto percursos pedestres.

No campo dos transportes, o MIP defende o alargamento do TUC a todas as freguesias do concelho; e a melhoria das condições de acesso ao transporte ferroviário no concelho.

No que respeita à limpeza urbana e espaços verdes, o movimento quer mais investimento na limpeza urbana, manutenção e conservação dos espaços verdes e requalificação urbana dos espaços públicos, com eventual recurso a mão-de-obra do IEFP, mas também com recurso ao incremento de campanhas de sensibilização para a necessidade de cumprimento e observâncias de regras na gestão de resíduos, bem como na utilização de equipamentos e espaços públicos. Para além disso, defende a manutenção das linhas de água; o investimento na manutenção, conservação e alargamento da rede de saneamento básico; incentivo à adoção de comportamentos adequados à sustentabilidade do ambiente, com o incremento de ações de sensibilização direcionadas aos agentes públicos e privados, bem como com a criação de medidas de incentivo à reciclagem e economia circular.

Para a economia, os independentes querem que seja feito investimento em contrapartidas a oferecer aos comerciantes e demais empresários, de modo a tornar apetecível o investimento no concelho; o reforço do apoio às freguesias que compõem o concelho, enquanto agentes de proximidade, de modo a permitir uma intervenção mais alargada no que se refere a resposta a dar, designadamente, à promoção do comércio local; a aposta no apoio às coletividades e associações; a melhoria das zonas industriais do concelho, com destaque para a necessidade de definição de soluções para a zona industrial do Casal Branco, na freguesia de
Pontével, mas também para a necessidade de melhoria nos acessos à zona industrial de Vila Chã de Ourique.

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Já para o património, o MIP defende a criação de medidas de promoção, proteção e divulgação do património histórico-cultural do concelho; a inclusão dos monumentos históricos do concelho nos roteiros turísticos regionais e nacionais; e o investimento na recuperação, manutenção e conservação do património  arquitectónico da cultura avieira, na freguesia de Valada.

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