Morte 2.0

Opinião de Rafael Teixeira

A morte e os impostos são as coisas que temos certo na vida. Mas enquanto os impostos não nos deixam nada (às vezes literalmente), a morte deixa-nos algo; memórias, recordações e um cadáver.

E este último tem de ser devidamente tratado.

Ao longo da História o homem tem tratado os seus cadáveres das formas mais singulares e às vezes até estranhas e hediondas. Do exemplo de Auschwitz e da Cidade dos Ossos do Czar Pedro às múmias dos Ramsés, passando pelas piras de Vanarasi, na Índia, o tratamento dado ao corpo já sem vida tem variado ao longo do tempo, mantendo-se ainda alguns em uso.

Como não podia deixar de ser, a tecnologia tudo invade e a morte tem tido a sua cota parte.

Desde um perfume com o odor de um ente querido, a um diamante feito a partir das cinzas da cremação, até acessórios de índole mais sexual,  a inventividade e originalidade das soluções não deixa de nos surpreender.

Deixo ainda algumas opções menos tradicionais:

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Transformar as cinzas em lápis – http://www.nadinejarvis.com/

Deixar este mundo em grande, com um fogo de artifício – http://www.heavensabovefireworks.com/

Doar o corpo à Ciência, mas de uma forma diferente e mais exibicionista – Plastinação – http://www.bodyworlds.com/en/body_donation.html

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