“O Cartaxo não se pode dar ao luxo de perder o comboio”

Eleitos do Juntos Pela Mudança querem "que se estabeleçam um conjunto de reuniões abertas e com representantes de todas as forças políticas e agentes económicos locais no sentido de se estabelecerem as respetivas prioridades, assumindo então um compromisso estratégico intrapartidário e intergeracional que possa agregar a vontade, priorizando os respetivos investimentos para o concelho do Cartaxo"

Os eleitos do Juntos Pela Mudança (JPM) apresentaram, na Assembleia Municipal de 28 de junho, em Casais Lagartos, uma moção da JSD a propor “que se estabeleçam um conjunto de reuniões abertas e com representantes de todas as forças políticas e agentes económicos locais no sentido de se estabelecerem as respetivas prioridades, assumindo então um compromisso estratégico intrapartidário e intergeracional que possa agregar a vontade, priorizando os respetivos investimentos para o concelho do Cartaxo”. Segundo a moção, o objetivo é “a criação de um documento que assuma, preto no branco, quais as prioridades do concelho do Cartaxo que podem e devem ser enquadradas no âmbito do próximo quadro comunitário”.

Esta moção surgiu na sequência da discussão do próximo quadro comunitário de apoio, cujos valores estimados deverão rondar os 24 mil milhões de euros, que deverão ser maioritariamente destinados aos setores da mobilidade, infraestruturas e transportes, coesão territorial e competitividade dos territórios de baixa intensidade.

A moção considera que “é uma responsabilidade dos eleitos locais procurar aproveitar ao máximo o próximo quadro comunitário no sentido de colmatar necessidades ou potenciar valências no concelho, enquadrando este modelo de financiamento com o objetivo final de incrementar a qualidade de vida dos seus habitantes”.

Assim, “o Cartaxo não se pode dar ao luxo de perder o comboio nesta matéria, acentuando as discrepâncias que ocorrem quando fazemos um diagnóstico de comparação da sua atividade económica e empresarial, bem como outros índices de qualidade de vida dos concelhos limítrofes. As consequências do não aproveitamento destes quadros, mais que o partido A ou B, penalizará as novas gerações que se sentem e se identificam com a sua terra”, finaliza a moção.

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