Operação Páscoa da PSP resulta em 370 detenções

A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve 370 pessoas no decorrer da operação #Páscoa em Casa, entre os dias 26 de março e 5 de abril.

À semelhança do ano passado, a atuação da PSP teve como uma das principais preocupações garantir o cumprimento das normas em vigor por força do Estado de Emergência, atendendo ao contexto pandémico vivenciado.

A PSP diz ter reforçado as operações de fiscalização rodoviária, na sua área de responsabilidade (no continente e nas ilhas) “como forma de prevenção de incumprimentos da restrição de circulação entre concelhos, e aumentou a visibilidade policial nos locais onde habitualmente ocorre maior afluxo de pessoas, como zonas ribeirinhas, prevenindo aglomerados de pessoas na via pública”.

Desta operação resultaram 370 detenções, sendo de destacar 132 por falta de habilitação legal para conduzir, 93 por condução sob o efeito do álcool, 31 por tráfico de estupefacientes, 12 por posse de arma ilegal e 31 por mandado (judicial de detenção) e foram apreendidas 32 armas, das quais 12 são de fogo e mais de quatro mil doses individuais de estupefaciente.

“Na vertente da segurança rodoviária, das mais de 50 mil viaturas fiscalizadas, detetamos mais de 2900 infrações, das quais se destacam 710 por falta de inspeção periódica obrigatória, 156 por condução com uso simultâneo do telemóvel e 146 por falta de seguro obrigatório”. A PSP destaca ainda que “dos quase seis mil condutores que realizaram o teste do álcool, 635 não se encontravam em condições de garantir uma condução segura (com valores de teste que qualificam o comportamento como contraordenação e não crime)”.

Relativamente às normas em vigor no sentido de promover a contenção pandémica, a PSP destaca “o decréscimo que se tem vindo a registar de ilícitos neste contexto, claros indicadores da maior adesão dos cidadãos à normas em vigor”.

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A PSP salienta que “esteve sempre presente para apoiar a população quer através da colaboração, por parte de algumas esquadras, em iniciativas de recolha de bens alimentares para famílias carenciadas, quer através da presença constante junto da população, especialmente da especialmente vulnerável como os idosos e vítimas de violência doméstica”, enaltecendo “o excelente espírito cívico dos portugueses que, nesta época de tradição familiar, observaram as recomendações das autoridades de saúde por todo o território nacional e reduziram as suas deslocações, facilitando o cumprimento da missão da PSP”.

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