Secundária do Cartaxo encerrou comemorações dos 37 anos

Paralelamente à cerimónia, decorreram torneios de ténis de mesa e de voleibol, jogos matemáticos e tradicionais e exposições, entre outras atividades

A Escola Secundária do Cartaxo, do Agrupamento de Escolas Marcelino Mesquita, encerrou esta sexta-feira as comemorações do seu 37º aniversário.

A cerimónia de encerramento destas comemorações aconteceu na Sala de Alunos da Secundária, com a presença de autarcas, professores, funcionários, alunos e encarregados de educação. Paralelamente à cerimónia, decorreram torneios de ténis de mesa e de voleibol, jogos matemáticos e tradicionais e exposições, entre outras atividades.

Jorge Tavares, diretor do Agrupamento, destacou que “nos últimos sete anos letivos, 86 por cento dos nossos candidatos ao ensino superior foram colocados, onde este ano foram 79 por cento colocados a nível nacional, ou seja, estamos sete por cento acima. A Escola Secundária é uma escola pública e que dá resposta educativa a todos aqueles que nos procuram. Nesta Escola Secundária, além do ensino regular, temos duas turmas de PIEF, três turmas do curso de Educação e Formação, cinco turmas dos cursos profissionais e ainda estudam, na nossa Escola Secundária, os alunos do Centro Qualifica”. Além disso, Jorge Tavares lembrou que o esforço de toda a comunidade educativa “foi recompensado com o primeiro lugar distrital, para a Escola Secundária, nos exames nacionais no ensino secundário, em 2017, a que se junta a avaliação externa realizada no ano letivo 2016/2017 ao Agrupamento, que obteve três ‘Muito Bom’, um resultado apenas alcançado por 19 por cento das escolas nacionais.

O ano de 2018, disse Jorge Tavares, “ficará marcado pelo Concurso Público para a intervenção na Escola Secundária do Cartaxo”, obras orçadas em um milhão de euros.

Paulo Ferreira, presidente da Associação de Pais do Agrupamento Marcelino Mesquita (APAMM), recentemente reconduzido no cargo, mas agora a liderar a Associação de todo o Agrupamento, já que se deu a fusão entre as duas anteriormente existentes, garantiu que “com uma equipa nova, vamos trabalhar afincadamente, e penso ter ali pais que querem trabalhar juntamente com o nosso Agrupamento”.

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Maria de São José Lopes, presidente do Conselho Geral, agradeceu a todos os que, “todos os dias, se dedicam à construção de uma educação de qualidade” no Agrupamento, já que “celebrar o aniversário de uma Escola é sempre um momento importante de reflexão e de avaliação do trabalho desenvolvido. Foram 37 anos de muito trabalho para projetar esta Escola e alcançar metas de sucesso educativo que devem orgulhar, e muito, toda a comunidade”, considerou.

O presidente do Município, Pedro Ribeiro, encerrou os discursos, assegurando que o Município tem algumas preocupações, que tem manifestado junto do Poder Central. “Que o legislador dote as autarquias de meios para contratar assistentes operacionais, que nos dotem de meios para dar estabilidade às pessoas em contrato de emprego-inserção. As pessoas não podem continuar a ser descartáveis, essas pessoas são necessárias nas nossas escolas”. Outra preocupação, continuou, “tem a ver com os professores. Acho que é tempo de o País reconhecer o papel central e fundamental, que a educação é, de facto, um instrumento fundamental para promover a igualdade de oportunidades, o desenvolvimento do ser humano e, depois, não haver condicente reconhecimento público daquilo que tem a ver com as suas carreiras, com as suas progressões profissionais. Acho que esta situação é inadiável”, salientou.

Este encerramento de comemorações foi aproveitado pelo Agrupamento para entregar os diplomas do Quadro de Excelência e Valor aos alunos que, no ano letivo 2017/2018 frequentaram os 8º, 9º, 10º e 11º anos. Para entrarem no Quadro de Excelência, os alunos do 8º e 9º ano têm de ter uma média igual ou superior a 4,7 e os alunos do 9º ano têm de conseguir, além desta média, no mínimo, nível 4 nos dois exames nacionais, português e matemática.

Receberam os diplomas os alunos: João Francisco Gaspar (8º A); Constança Tomás Florindo, Inês Nogueira Major e Matilde Galrinho Ruivo (8º B); Margarida Moreira Gonçalves (8º E); Inês Fitas Mota (9º A); Gabriel Matias Paula (9º B); João Gabirro Vieira (9º C); Rita Gonçalves Mendes (9º D); e João Henrique Ferreira (9º F).

No 10º e 11º os alunos têm de ter uma média igual ou superior a 17,5 valores e os do 11º ano têm de ter, no mínimo, 14 nos exames nacionais.

Assim, do 10º C, recebeu o diploma Rodrigo Caeiro Marinho, e do 10º E Francisco Miguel Caeiro e Mariana Valbom Ferraz.

Os alunos Afonso Ferreira Morango, Beatriz de Oliveira e Silva e Nair Mendes Correia, todos do 11º A, e ainda Leonor Blanco Garrido, do 11º E, receberam, igualmente, diplomas.

Afonso Ferreira Morango ganhou, ainda, um prémio monetário, oferecido pela Caixa Agrícola do Cartaxo, por se destacar como o melhor aluno do 11º ano.

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