Universidade Sénior reclama mais uma sala

 

A reunião de Câmara do Cartaxo desta segunda-feira, 18 de janeiro, realizada na sede da Sociedade Filarmónica Cartaxense, foi a mais participada do presente mandato.

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Uma das intervenções do público foi de Joaquim Mendonça, presidente da direção da Universidade Sénior do Cartaxo, no sentido de apresentar uma petição para solicitar mais uma sala para a Universidade na antiga Escola do Centro, para serem leccionadas as aulas de pintura e desenho e trabalhos manuais. Joaquim Mendonça lembrou que a Universidade Sénior já ocupa duas salas nesta escola, cedidas pela Câmara Municipal, mas que se mostram já insuficientes “para 82 alunos, 19 professores, que lecionam 22 disciplinas. Tem uma frequência diária de 40 alunos e professores, tudo em regime de voluntariado”. Além disso, “as salas que nos foram cedidas foram por nós totalmente recuperadas, tanto na pintura como na decoração, de modo a ficar um espaço acolhedor. A Câmara não tem um custo com a Universidade Sénior, a não ser na cedência das instalações”, prosseguiu.

Assim, “a sala nº2 destina-se às aulas teóricas, e está devidamente equipada por nós, com material informático, didático, que são necessários para o bom funcionamento das aulas. A sala nº4, chamamos nós a nossa Sala dos Atos, onde fazemos reuniões, onde há palestras, sessões solenes, e onde também fazemos o ensaio do teatro e da tuna”. Por tudo isto, “na disciplina de Desenho e Pintura da professora Emília Palhinha estão inscritos 22 alunos, e neste momento está a funcionar numa garagem, que nos foi cedida pelo sr. José Maximiano. Mas essa sala não tem condições. E tivemos de suspender as aulas”. Joaquim Mendonça salientou que “há salas na Escola do Centro, contíguas às que nos foram cedidas, que não estão a ser utilizadas, e que oferecem os requisitos tidos como bons para a disciplina”, a que acresce o facto de se estarem a degradar.

Por isso, a Universidade Sénior solicitou que “tomem em devida conta a nossa pretensão”.

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Fernando Amorim, vice-presidente da autarquia, que presidiu à reunião por impossibilidade de Pedro Ribeiro, realçou que “neste momento, o Município do Cartaxo tem cerca de dez a 12 coletividades que não têm sede. A Escola do Centro tem sido várias vezes solicitada por outras coletividades e associações. Nós estamos a analisar um processo para arranjar um sistema para que todas as situações sejam contempladas. O vosso pedido vai ser analisado. Como sabem, o Município suporta os custos com água e luz, uma vez que não estão todas ocupadas. Temos que arranjar aqui um modelo de gestão daquele espaço, de forma a que também possam ser satisfeitos os outros pedidos”.

 


 

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