WFS aposta forte na formação profissional de qualidade

A formação profissional é, segundo o Sistema Nacional de Qualificações, “toda a formação que tem como objetivo dotar o indivíduo de competências, com vista ao exercício de uma ou mais atividades profissionais”.

Atualmente, é uma área em franco crescimento e tem sido, em Portugal, um veículo privilegiado e facilitador da inserção de pessoas em situação de desemprego no mercado de trabalho.

Mas nem só os desempregados beneficiam da formação profissional. Também as empresas apostam na formação profissional dos seus ativos, com vista à melhoria das qualificações e perfil de competências dos seus colaboradores, de forma a criar valor e diferenciação no mercado.

Com o objetivo de responder às necessidades nesta área, a WFS – Formation Space instalou-se no Cartaxo em 2018, em pleno centro da cidade, na Rua Batalhoz, nº 13 A.

Constituída em 2014, a WFS é certificada pela Direção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), e tem como objetivo formar e preparar profissionais qualificados e especializados em diversas áreas de atividade e serviços.

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A WFS teve a primeira certificação, por parte de DGERT, em 2016, em quatro áreas: Contabilidade e Fiscalidade, Gestão e Administração, Produção Agrícola e Animal e Ciências Dentárias. “Recentemente, fizemos um processo de alargamento de áreas e conseguimos a certificação em mais seis: Desenvolvimento Pessoal, Comércio, Serviços de Apoio a Crianças e Jovens, Trabalho Social e Orientação, Hotelaria e Restauração e Cuidados de Beleza”, diz Francisco Gonçalves, coordenador da formação.

Um grande passo para a empresa, uma vez que “no ano passado foi aprovado o primeiro projeto da WFS de formação financiada, e como só éramos certificados em quatro áreas sentimos alguma limitação em termos de execução”. A certificação em mais seis áreas veio colmatar a “necessidade de alargar a certificação para projetos futuros, para termos mais áreas disponíveis, que fossem ao encontro das necessidades que temos vindo a encontrar”, acrescenta Francisco Gonçalves.

O formando pode adquirir novas competências ou reciclar conhecimentos já obtidos, sempre com a garantia de qualidade. “Esta certificação por parte da DGERT é também uma garantia de qualidade, dado que temos de responder a uma série de requisitos. Temos de demonstrar capacidade não só técnica, não só de recursos físicos, mas também de recursos humanos, demonstrar que somos capazes de desenvolver formação nessa área”, explica.

Oferta formativa de referência

O objetivo é disponibilizar uma oferta formativa de referência à população ativa da região. Mas a WFS também desenvolve, ou faz desenvolver, formação “a nível nacional, sendo que, neste momento, temos um projeto de formação financiada aprovado que está a ser desenvolvido apenas na região do Alentejo”. Francisco Gonçalves realça que “não estamos fisicamente lá, salvaguardamo-nos com o estabelecimento de parcerias com técnicos locais, que têm melhor conhecimento da região, das necessidades dessa região e dos formandos, e que nos prestam esse auxílio e esse apoio na definição da UFCD’s que desenvolvemos nessas localidades”.

E a localização das formações é sempre um fator a ter em conta, já que a WFS tem “a preocupação de tentar perceber que tipo de formação é necessária em cada região”, realça Francisco Gonçalves.

Mas a WFS não tem só formação financiada.

A empresa pretende, sempre que possível, oferecer estágios aos formandos. Neste momento, no projeto financiado, isso não acontece, já que se trata de unidades de formação de 25 ou 50 horas. Mas na oferta formativa não-financiada “queremos que grande parte dos cursos contemplem essa parte de estágio, ou mais prática, porque entendemos que é essencial para o aumento das competências e para que os formandos saiam das ações de formação não só com o saber saber, mas também com o saber fazer”, revela.

Aposta no ‘saber fazer’

E é por aí, pelo saber fazer, que a WFS se distingue. “É isso que nós pretendemos, estar no mercado dessa forma distinta, porque para tentarmos conseguir a eficiência e a eficácia que nós pretendemos nas nossas ações de formação, entendemos que é muito importante que os formandos adquiram as competências técnicas, mas também que consigamos desenvolver as soft skills que eles têm e a componente das competências mais comportamentais e as atitudes”, resume Francisco Gonçalves.

Mas as diferenças da WFS não se ficam por aqui. Até porque há, também, “uma preocupação em adaptar os métodos ao que temos à frente. Os métodos e as metodologias pedagógicas utilizadas são alteradas consoante o curso que estamos a executar, consoante o público-alvo que estamos a atingir, e esse é um trabalho que é feito com os formadores, porque determinados métodos e determinadas metodologias funcionam muito bem com um grupo e podem não funcionar com outro”.

No que respeita à formação não-financiada, a WFS pretende ir mais além e “trabalhar com o tecido empresarial e executar e tentar desenvolver uma oferta formativa às empresas, construída e planeada à medida. E isso é feito caso a caso, com intervenção na empresa, com o diagnóstico personalizado para cada organização”. Uma parte que está, neste momento, a ser trabalhada. “É o próximo passo”, salienta.

Com formadores de todas as regiões do País, a WFS aposta na contratação de profissionais que estejam no local onde a formação se vai desenvolver, “porque têm uma melhor perceção do público-alvo que vão encontrar”. Além disso, os formadores devem “estar preparados para, durante a formação, conseguirem adaptar-se às exigências que vão ter, porque nós tentamos sempre que as formações sejam o mais práticas possível, mas também nunca sabemos muito bem o que vamos encontrar”.

Trabalho em parceria

Com uma maneira de estar no mercado distinta de tantas outras empresas do ramo, a WFS “entende que o trabalho de parceria é sempre muito mais vantajoso e gera muito mais qualidade. Temos estabelecido parcerias com várias entidades, de todos os setores, incluindo entidades formadoras, que podem ser consideradas concorrentes, mas que, para nós, não são vistas dessa forma”. O principal é conseguir corresponder às necessidades que vão sendo sentidas na região.

Paralelamente, “também temos estabelecido parcerias com os Centros Qualifica. Na região, temos com o Centro Qualifica do Cartaxo e com o de Azambuja, que são os parceiros ideais para nos fazerem chegar formandos para a execução das nossas formações, porque eles também fazem um diagnóstico de necessidades e encaminham os formandos para ações de formação que nós tenhamos e que eles entendam que são essenciais para o desenvolvimento dos adultos que têm lá inscritos. E temos parcerias com empresas no sentido de possibilitar os estágios sempre que há essa necessidade da nossa parte”, explica Francisco Gonçalves.

Neste momento, estão abertas inscrições para as quatro áreas que a WFS tem aprovadas no projeto financiado. A breve trecho, “iremos apresentar o nosso catálogo de formação não-financiada, e depois estarão abertas inscrições para esses cursos. Temos a decorrer formação no Cartaxo, Azambuja, e em toda a região do Alentejo. A localidade mais distante em que estamos a desenvolver formação é Barrancos”, conclui.

Para se inscrever, basta dirigir-se ao espaço da WFS, na Rua Batalhoz, ou contactar a empresa através do site, em www.wfs.pt, ou da página do Facebook.

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