Cartaxeiros confiam na resposta das autoridades no combate à pandemia

Convidámos os seguidores do Jornal de Cá a responder a um inquérito sobre o impacto da Covid-19 no concelho do Cartaxo e ficámos a saber que, na sua maioria, os inquiridos se sentem inseguros e pessimistas relativamente ao futuro, mas concordam com as medidas impostas pelo estado de emergência e confiam na resposta dada pelas instituições.

Ainda antes do País deixar para trás o estado de emergência, decretado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, por três vezes consecutivas e que durou, ao todo, 45 dias, e passar a estado de calamidade, permitindo o reiniciar de muitas atividades económicas, paralisadas até então, o Jornal de Cá realizou um inquérito, na sua página da internet (jornaldeca.pt), sobre o impacto da Covid-19 no concelho do Cartaxo.

Neste inquérito, quisemos saber qual a situação da comunidade do nosso concelho relativamente à atual situação económica, social e familiar e até que ponto esta pandemia que assolou o mundo alterou a sua vida e as perspetivas de futuro. As primeiras conclusões que pudemos retirar deste inquérito prendem-se com alguma insegurança e pessimismo relativamente ao futuro, nomeadamente em termos económicos, mas também a nível das relações sociais, ainda que se constate que a maioria não ficou sem os habituais rendimentos e está a lidar bem com as restrições impostas e a cumprir. Para além disso, e tal como o leitor poderá verificar no decorrer da leitura, constatamos um grande consenso das pessoas relativamente ao estado de emergência, decretado a 18 de março e que se prolongou até dia 2 de maio, com mais de 90 por cento (93,8) dos inquiridos de acordo com a necessidade de se declarar o estado de emergência em Portugal, como medida de contenção da Covid-19.

Mesmo quando as restrições colidiram com a liberdade dos cidadãos e alguns dos seus direitos adquiridos, desde o confinamento em casa com saídas só em caso de estrita necessidade até à proibição das deslocações para fora do concelho de residência, em fins de semana prolongados com celebrações pelo meio, como se verificou na Páscoa e no 1º de maio, as pessoas demonstram estar, na sua maioria, de acordo com as medidas impostas pelo estado de emergência.


Leia todas as conclusões deste inquérito na edição impressa do Jornal de Cá de maio, nas bancas do concelho do Cartaxo

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